Arica - Arequipa

Dia de cruzar uma fronteira nova para nós. Saímos de Arica e logo confirmamos nossa suspeita, cada aduana tem suas regras. É uma papelada que nem sempre se entende pra que tudo aquilo. Enfim investimos ali um bom tempinho e tocamos a primeira cidade, Tacna.

Nesta cidade, compramos o SOAT, que é um seguro exigido para transitar no país. Em Tacna descobrimos que havíamos "ganho" duas horas no fuso. Estávamos às 10:30h e não às 12:30h  como achávamos.

Seguimos ainda pelo meio do deserto até Monquegua, uma pequena cidade no meio de um vale que parece um oasis verde no meio da areia. Ali passamos pela Rota do Pisco, similar a nossa Rota dos Vinhos em Bento Gonçalves.

Tocamos para Arequipa, cidade considerada patrimônio da humanidade. O caminho é bastante sinuoso, subimos e descemos umas quatro serras do Rio do Rastro para se ter uma idéia, é claro com uma paisagem totalmente desertica.


Chegamos relativamente cedo mas com uma confusão do GPS mais o horário de pico, gastamos mais de uma hora para encontrar o hotel. Descobri nesta uma hora que Arequipa tem pelo menos três ruas com o mesmo nome.

Nos acomodamos, viramos gente (banho tomado) e fomos à belíssima Praça das Armas, onde jantamos pratos típicos da região, além de tomar o Pisco Sour e a Inka Cola.



Arequipa tem um centro histórico lindo que ganha vida a noite, com uma iluminação diferenciada é possível ver as torres da igreja bem de longe, digno de ser Patrimonio Cultural da Humanidade.



2 comentários

  1. Ai que tudo... deve ser uma loucura andar no meio deste deserto...

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  2. Isso ai tá mais pra laranjinha água da serra..hehe

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